quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Depois de ver os noticiários de ontem

...cheguei à conclusão que esta, definitivamente, não é a melhor altura para ter um filho...
(financeiramente falando, claro!...)

Ai, mãezinha, que a carteira vai emagrecer taaaaanto...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

(quase em catadupa)

Mo-men-to ma-ra-vi-lho-so: já te-nho ar con-di-cio-na-do no es-cri-tó-ri-o!!!

Aaaaaaaaaaaaaaaah....

E a verdadeira demonstração de altruísmo e cidadania é...

...contribuir para a taxa de natalidade do país e ajudar ao aumento de massa cinzenta crítica e trabalhadora que, daqui a uns anos (por altura da nossa reforma), financie e assegure a existência de um sistema de segurança social...

No próximo sábado

Tenho almoço de curso. 
18, sim, de-zoi-to anos desde o ano de entrada.

...tou a ficar velha!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Da criança

(e porque várias pessoas pediram...)
Já tem 17 semanas de gestação e não se sabe ainda o sexo. Adivinha-se apenas que sai aos pais no mau-feitio porque sempre que se tentou ver alguma coisa, virou costas como quem diz "deixem-me em paz, se faz favor"... (pequena, mas uma criança bem educadinha logo à nascença...)
O nascimento está previsto para o fim de Fevereiro o que faz com que toda a gente diga que eu tenho muita sorte em não passar pelo calor abrasador do verão (lá devem ter razão, mas se há alguém que ache que o calor deste verão não me fez sofrer, sugiro que façam sauna depois de umas injecções de hormonas que provoquem problemas digestivos, tonturas e muito mal-estar... que é para verem o que é bom!!)
Fora isso... tudo bem. 
Não há nem houve enjoos, não há stresses e ansiedades desmedidas e eu ando bem tranquila. 
Ou seja, está-se beeeeeem...

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Se alguém tiver interessado

Podem seguir as aventuras e desventuras - conhecidas como devaneios - desta futura-mamã inconsciente, aqui.

(Só disponível para leitores registados, pelo que devem enviar um mail para maria.cruz@gmail.com, sff)

terça-feira, 31 de agosto de 2010

E o maior devaneio de todos...

...é a aventura em que me vou meter.
Pois é, aqui a vossa amiga está grávida...

The secret is out

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mal

Não há palavras para descrever o quanto fico mal-disposta sempre que ouço uma notícia destas.
Mau demais...

Irão condena à morte mãe de dois filhos por adultério

Três juízes, por "convicção", decidem que Sakineh Ashtiani será executada por lapidação.

"Tudo o que peço é uma carta. Quero uma carta para a minha querida mãe. Por favor, escrevam a carta de perdão porque ela é inocente, 100% inocente." Este é o mais recente apelo lançado por Sajjad Ghadarzade, de 22 anos, aos responsáveis iranianos em defesa de Sakineh Mohammadi Ashtiani, a mulher que a "convicção" de três juizes condenou à morte por lapidação. Uma decisão que voltou a colocar o Irão no banco dos réus da comunidade internacional.

A lapidação, ou seja a morte por apedrejamento, foi classificada por John Kerry como "uma punição bárbara". Para este democrata, presidente da Comissão de Relações Externas do Senado dos EUA, o Governo do Irão "deve abolir tal método como uma forma de punição legítima". Howard Berman, presidente da Comissão de Relações Externas da Câmara dos Representantes dos EUA, considerou a decisão "desumana".

Em Londres, várias vozes - inclusive de artistas como Colin Firth e Emma Thompson - insurgiram-se contra a "sentença dos três juizes". "A lapidação é uma punição medieval que não tem lugar no mundo moderno", disse Alistair Burt, responsável no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

"Profundamente preocupada" com as notícias de execuções iminentes no Irão, entre elas a de Sakineh, foi como se afirmou a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton.

Outros países fizeram também ouvir a sua voz junto das autoridades iranianas. O embaixador do Irão em Oslo foi, a propósito, convocado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros norueguês para explicar a situação. Isto enquanto organizações de defesa dos direitos humanos, como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch, desenvolvem intensos esforços junto das autoridades iranianas para que poupem a vida a Sakineh. O seu filho mais vellho corre o risco de ser preso por ter enviado uma carta às organizações de defesa dos direitos humanos a rejeitar as acusações de adultério e a denunciar o mutismo das autoridades iranianas face aos seus pedidos de clemência. A angústia e o desespero de Sajad e da sua irmã Farideh, de 17 anos, derivam da eventual perda da mãe e da forma brutal como a 'justiça' decidiu que seria executada.

Integrada oficialmente no código penal iraniano com a Revolução Islâmica de 1979, a lapidação é sempre feita em público e na presença da família da vítima que, no caso da mulher, é enterrada até ao peito e apedrejada até à morte por 20 homens. As pedras utilizadas não podem ser muito grandes, para que não a matem de imediato, nem muito pequenas.

Sajad esgotou todos os meios, bateu a todas as portas para salvar a mãe, até que alguém lhe disse: "Agora só [o guia supremo] aytollah Khamenei ou o chefe do sistema judicial iraniano, Sadegh Larijani poderão evitar a execução". O jovem escreveu aos dois responsáveis. E ao mundo: "A minha mãe e eu estamos a pedir a todas as pessoas do mundo que nos ajudem e estamos muito gratos pelo que foi feito até agora."


In http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1614048&seccao=M%E9dio%20Oriente

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Bem

Só isso: Bem

Não sei bem como, nem exactamente quando, mas sinto que dei um passo
em frente. Também não sei se isto é apenas uma sensação passageira,
mas na verdade também não estou muito preocupada com isso.
Sinto-me bem e isso é tudo o que realmente interessa. Bem comigo mesma
e de bem com a vida.
E com uma série de nós desfeitos!
Bem. Muito bem. E decidida a explorar ao máximo este sentimento de bem
estar, enquanto ele durar...

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Coisas

1) Não, este blog não foi abandonado... A autora é que tem andado distraída
2) Os Fiordes eram um sonho antigo e vão continuar no mundo dos sonhos...
3) Grécia. Ah, pois... Não disse que vou de férias, pois não?! Vou...
E é já na próxima semana! :)))
4) As obras vão andando, uma melhor e a outra meio insegura e já com
um buraco financeiro que é melhor nem pensar. Mas pelo menos a minha
parte está dentro do estimado e eu já percebi que sobre o resto não é
possível ter controlo. Qui será, será...
5) Tenho clientes malucos e a ficarem pior: um acabou de admitir que
monotoriza o lixo dos prédios e aproveita algumas coisas... E mostrou
um lindo (bah) candeeiro que era prova disso! Oh, amigo: se a malta
deitou fora foi por algum motivo, não?!?...
6) Rodrigo Leão, domingo, Casa da Música. Hmmmmmmm...
7) Este post está cá uma mistela... Pffff!!! Hehehehe

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terça-feira, 11 de maio de 2010

Note to myself:

Nunca mais vestir preto da cabeça aos pés.

Apesar de ter feito sentido de manhã, enquanto me arrastava com um
olho meio aberto e outro fechado, todas as pessoas que hoje olham para
mim, acham que estou com ar depressivo...
...e hoje até está a ser um dia bonzinho...

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

No limte

Da minha resistencia psicologica

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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Grande seca!...

...que se tornou este canto!!!
Sim, eu uso-o como uma espécie de escape aos contratempos do dia-a-dia, mas isso não é desculpa. 
Estive a reler o último meio ano. Só lamentações e quase todas relacionadas com trabalho.
Pffff... nem eu tinha paciência para mim se a minha existência fosse só a que tem sido retratada por cá...

...além destes momentos menos bons, tenho tido coisas muito boas a acontecer mas que não têm sido retratadas por cá. Como a ida à Croácia, à Eslovénia e à Hungria no início do verão passado. Como a minha passagem por Barcelona no início de Outubro. Como a minha escapadinha em Março à Republica Dominicana... e isto só em viagens (essa grande paixão).
Definitivamente tenho de me concentrar mais nas coisas boas e dar menos importância às más.
Em breve faço um resumo de algumas dessas coisas. Nem que seja só para ficar registado e mais tarde recordar ;)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

não.consigo.

esta.foi.uma.semana.de.doidos.
sempre.a.correr.
a.resolver.mil.e.uma.coisas.e.a.acontecer.tudo.ao.mesmo.tempo.
e.hoje...
...estou.sem.forças.

em resumo: estou aqui e estou incapaz de coordenar ideias e produzir o trabalho que precisa de ficar feito rapidamente. 
glup

terça-feira, 6 de abril de 2010

Terapia zen

Eu, um livro, Ipod em som ambiente e... alguns pássaros lá fora.
Muito bom...

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Definitivamente

...ou se está a tornar popular, ou anda por aqui gente estranha. Aqui
e agora (leia-se no norteshopping, neste instante) ouve-se Dave
Matthews em som ambiente
Nice

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quarta-feira, 31 de março de 2010

Tanto tempo depois...

Apetece-me escrever.
Esta vontade tem andado fugida ou então tenho andado simplesmente demasiado ocupada com outras coisas. Tantas que já não me lembro e por isso mesmo tão pouco importantes, apesar de lhes ter dado tanta atenção.
E é em dias assim que páro para pensar que tenho a minha vida toda trocada e que as minhas prioridades estão invertidas. 
E é em dias assim que faço promessas e mais promessas que tudo vai mudar e eu vou redireccionar a minha vida de forma a que tudo volte a ficar nos eixos.
E é em dias assim que me lembro que todas estas promessas não passam de promessas vãs e que amanhã tudo vai ser igual ao que foi ontem.

E é em dias assim que fico triste ao pensar que afinal tudo é efémero e que sou burra, mesmo muito burra, em desperdiçar tempo sem ser a usufruir de todas as coisas boas que a vida me tem oferecido.

Gosto de escrever e por isso começo por aqui. A escrever devaneios ao sabor do pensamento e deixar que a alma se liberte e preencha...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

E a boa notícia é...

...que estou um bocadinho mais magra.
A má é que foi pelos motivos errados (stress e desgaste psicológico e emocional)
 
Ah! E aprendi um conceito novo: "assédio moral"
Ai as coisas que me passam pela cabeça... lol

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Tenho tanto para escrever

E tão pouco tempo e disponibilidade mental para o fazer.
Quero escrever por aqui uma série de coisas que aconteceram em 2009. Mais do que simplesmente contar, quero escrever para garantir que não as vou esquecer... até porque 2009 trouxe algumas lições de vida que preferia não voltar a viver.
Mas a festa acabou, a vida real caiu do céu a pontapés e, a avaliar pelo dia de hoje, 2010 afigura-se bem mais negro do que o previsto.
...tirem-me deste filme, please, tirem-me deste filme senão eu dou em doida...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Essa coisa a que chamam dias dificeis

Sempre associado às mulheres: os famosos dias difíceis de que eles falam tantas vezes, numa tentativa desesperada de encontrar uma razão que justifique algum acesso de mau feitio que lhes pareça injusto... sim porque o instinto diz-lhes que elas nunca têm razão e só mesmo as hormonas (essa coisa misteriosa que os baralha e intimida) é que podem provocar reacções assim.
Pois. Não sei.
Não sei se há de facto questões biológicas que toldem o humor de uma mulher e sinceramente também não me apetece saber.
O que sei é que existe um instinto primário no ser humano masculino (e já agora machista qb) que tem este discurso na ponta da língua e que (pior, muito pior) tende a acreditar nesta teoria ao ponto de não dar relevância ao que quer que seja a real origem de alguma manifestação de desagrado ("são gajas e pronto!...")
Isto irrita-me um bocadinho. Além de machista é paternalista e, a meu ver, um sinal de falta de inteligência e de capacidade de percepção e leitura das pessoas que os rodeiam.
Sim... leram bem. Eu escrevi "um bocadinho". Apenas um bocadinho...
É que tenho de ser justa e reconhecer que ultimamente tenho dado por mim com um instinto semelhante, mas ao contrário.
Dou por mim a pensar que eles também têm dias difíceis . Sem a desculpa biológica, claro está... mas deve haver qualquer outra coisa, porque quando eles têm dias difíceis , a coisa é mesmo à séria e de forma violenta... e dura muito, mas muito tempo a passar.
Ficam irascíveis, com mau humor, disparam para todo o lado e perdem qualquer sentido de razoabilidade. E parece-me que não se esforçam por perceber o quanto estão descompensados porque não fazem qualquer esforço por disfarçar ou para melhorar o humor.
Curiosamente também acho que este fenómeno só se manifesta em ambiente de trabalho. Não sei se é por uma questão de guerrilha de masculinidade, se é por se acharem mais importantes ou se é só para descarregar eventuais frustrações pessoais de vidas familiares menos felizes ou mais submissas ao sexo feminino... E para quem trabalha numa estrutura tão maioritariamente masculina como a minha, estas manifestações parecem ser ainda mais marcantes e mais suportadas na teoria da guerrilha masculina.
Por isso ultimamente dou por mim, com o mesmo tom de desprezo e desconsideração, a pensar muitas vezes (às vezes até verbalizo) que os homens também têm dias difíceis . E que os dias difíceis deles são muito piores que os nossos...
...haja paciência!
 
(pequeno update sobre o último post: o DRH reconsiderou e assumiu a atitude mais razoável. Ainda há esperança, afinal...)