segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Eu tive um cérebro...
sábado, 20 de janeiro de 2007
Sábado, esse dia maravilhoso...
...para se inventar um almoço "portátil", rumar ao parque da cidade e almoçar ao som da passarada debaixo de um sol bem quentinho
...para beber um cafézinho numa esplanada de pedra com vista para um pequeno recinto, onde a pequenada se diverte com as delícias de um pequeno pónei
...para perceber que afinal a vida não é assim tão má e que o meu estado de espírito está a melhorar...
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Poooooooooooiiiiiissssssssss...
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
I've got a date!....
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
...
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Tenho de me deixar disto!...
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Mais devaneios
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Strange little resolutions
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Work, work &work...
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Há dias assim
Quote of the Day
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Jibóias fechadas e jibóias abertas…
Assim, se lhe disserem: “A prova de que o Principezinho existiu é que ele era encantador, é que ele se ria e queria uma ovelha. Querer uma ovelha é a prova de que existe”, as pessoas grandes encolhem os ombros e chamam-vos crianças! Mas se lhes disserem: “O planeta de onde ele vinha era o asteróide B612”, as pessoas grandes ficam logo convencidas e não se põem a fazer mais perguntas. As pessoas grandes são assim. Não vale a pena zangarmo-nos com elas.”
In “O Principezinho”, Antoine de Saint-Exupéry
Comecei 2007 a ler o Principezinho. Com um sorriso do tamanho do mundo que crescia à medida que se desenrolava cada frase...
É bom descobrir que ainda não se é uma pessoa grande...
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
2006
Tal como acontece por esta altura na comunicação social, também eu resolvi parar para pensar um bocadinho sobre o que 2006 me ofereceu…
…profissionalmente começou com um momento bom e um mau: tive a minha primeira reunião mais à séria com a direcção da empresa (vulgarmente conhecido como o “castigo”) e correu-me bem, mas depois fui brindada com a reunião sobre os aumentos e foi um verdadeiro balde de água fria. Tal como em 90% das empresas, a expectativa criada na altura da contratação sobre este aspecto foi defraudada e eu não digeri a coisa nada bem… mesmo tendo ouvido palavras elogiosas. Enfim… dou por mim a pensar porque é que dei tanto de mim (e me prejudiquei tanto e em tantas coisas) em nome do trabalho, para depois ter um retorno tão pobre. Bom, mudou a postura e ficou a lição: enquanto isto for desafiante e o “ganhar dinheiro” não se tornar prioridade, por cá permanecerei, mas…
…Técnico Responsável. Enfim… a gota de água. Não queria, mas teve de ser, fui obrigada a trabalhar para isso e ganhei uma responsabilidade acrescida sem qualquer tipo de retorno (e não estou a falar de dinheiro…). Neste momento sou e detesto a ideia de o ser, a forma como me fizeram ser e o que vou ter de passar se algum dia tiver azar… Seguramente o pior do ano…
…Costa Rica. 2006 foi o ano da Costa Rica… 14 horas de viagem, um vulcão activo observado de um paraíso tropical, actividades um bocadinho mais radicais e a primeira vez que vi e mergulhei no Pacífico. Orquídeas a rodos e bichos de todos os tamanhos, géneros e cores. Estradas pavorosas e pessoas de uma simpatia a toda a prova que nos faz gostar ainda mais desse cantinho do mundo e me deixaram com vontade de lá voltar. Adorei, adorei, adoreeeeeiiiiii…
…Clara. Agosto em cheio e suficiente para uma vida inteira. Ouviste???...
…foram 60 velas que a minha querida Mimi teve de soprar este ano… Dificilmente esquecerei a grande festa-surpresa (e o olhar de espanto e emoção com que foi surpreendida por todos aqueles que aderiram sem hesitações à conspiração) e o quanto foi divertido organizar tudo em segredo, recorrendo a pequenos subterfúgios e a alguma malandrice… querida mãezinha, foi a melhor prenda que recebeste e a que mais gostei de te dar.
…poesia. Em 2006 descobri uma poesia que não procurava nem julgava encontrar. Poesia que me transmite paz, alimenta a alma e ofusca os espinhos que a vida vai teimando em mostrar. Como uma espécie de refúgio onde me sinto bem e onde o resto do mundo não entra, nem existe sequer.
Sinto que 2007 vai ser um ano muito importante para mim. Não sei exactamente o que me reserva, mas acho que o caminho que tenho percorrido me vai levar obrigatoriamente a algumas encruzilhadas. E sinto que estou preparada para as enfrentar.
Bom 2007 para todos!...
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Ufa, Já está!...
Para quem não sabe, eu tenho uma casa pequenina, mas cheia de personalidade e com a mania das grandezas: tem de caber lá o sofá enorme, a cama grande e a árvore de natal gigantesca, que todos os anos insiste em se fazer notar!...
Juro que nesta altura do ano penso que a casa parece elástica… estica de um lado, encolhe do outro, troca-se isto daqui para ali e lá se consegue encaixar tudo. Pois… huum… verdade: não se consegue tirar grande proveito da mesa de jantar, mas… que se lixe!...
Por estes dias passou mais um aniversário da minha casa. Já lá vão 4 anos na "casa-mais-linda-do-mundo" - minha, toda minha (e grande parte do banco) e cheia de coisas que gosto e que são a minha cara. Sim, mesmo o candeeiro de Aladino que ninguém gosta (ok, Clara?!). A "melhor-esplanada-da-cidade-do-Porto" que tanto gosto me deu conquistar e onde me sinto no meu elemento, deixando o resto do mundo fechado lá fora.
Dei por mim a pensar nisso e no quanto a minha casa significa para mim. A recordar as casas onde vivi desde que me mudei para o Porto e a aventura que foi decidir-me de vez pelo meu cantinho (foi a 1ª que vi e só depois de umas tantas e quase um ano é que cheguei mesmo à conclusão que não valia a pena pensar mais no assunto…).
Recordei a surpresa que a minha mãe e a minha irmã me fizeram quando fui operada e as "engenhoquices" que insisti em fazer eu mesma: desde instalar o fogão e o forno (all by myself!) ao sensor remoto da caldeira, passando pela conversão em estantes de parte do armário da entrada. As cortinas tipo venezianas que fiz e instalei na cozinha, a própria cozinha que já alguns vizinhos vieram admirar e copiar e a estante (a GRANDE) estante da sala, mandada fazer por medida e que faz lembrar uma biblioteca do fim do século XIX…
…Quando regressei ao Porto, depois da minha aventura em Coimbra, andei durante uns tempos obcecada com estar em casa: estava tão farta, mas tão farta de ficar no hotel (e tinha sorte, que era um hotel bom e onde era muito bem tratada: todos me conheciam e já sabiam o que queria e do que gostava… mas era um hotel) que durante uns bons meses me recusei a sair de casa: não jantava fora, não saía, não queria sair nem fazer nada: apenas ficar em casa e suspirar pelo quando era bom lá estar. Parece estranho, mas parecia que estava a tentar compensar o tempo perdido…
Mais um ano que passou e mais um ano que consegui encaixar a minha grande (e linda)
árvore de natal. Já lá vão 4 anos desde o dia em que a casa passou a ser minha e que, sem mais nada sem ser umas almofadas emprestadas e uma piza, 4 jovens inconscientes resolveram montar pela primeira vez a árvore gigantesca na casa vazia…
…estranho, nessa altura não parecia tão grande…
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
...
Parei agora para respirar fundo e recuperar fôlego e permitir-me por uns instantes deixar-me invadir pela melancolia que teima em se fazer notar.
Hoje sinto-me particularmente esgotada. As minhas olheiras estão pior do que nunca e a dor de cabeça que sinto desde segunda-feira continua a massacrar, tendo-se permitido hoje ao requinte de me afectar os olhos: tenho a pálpebra esquerda a tremelicar desde manhã.
Sei que não posso falar em férias (arrisco-me a levar uma tareia, eu sei…) mas estou realmente a precisar de tirar uns dias e descansar a sério.
Aproximam-se dias diferentes: a minha mãe vai ser submetida a uma pequena cirurgia no próximo sábado, mas sinto-me tranquila em relação a isso por ser uma intervenção simples e porque sei que vai estar entregue a boas mãos. Como a próxima semana vai ser curtinha (2 dias cá e dois dias na capital) tenho a certeza de que vai passar rapidinho e depois…
…depois, lá vou eu: uma semana i-n-t-e-i-r-i-n-h-a de férias!...
…indo eu, indo eu, a caminho do Montesinho...
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
O Trovador
Ontem fui à Ópera, assistir à estreia d' "O Trovador".
Trata-se de uma ópera em 4 actos, cujo enredo, resumidamente, é:
"O conde-pai apanhou uma cigana (mãe) a olhar para o seu filho e mandou-a queimar por feitiçaria. A filha como vingança roubou o bebé para o queimar na fogueira, mas enganou-se (pois, claro!) e queimou o seu próprio filho. Anos mais tarde o conde-filho procura a cigana para vingar a morte do irmão.
Entretanto o conde-filho tem uma paixoneta pela Leonora que por sua vez tem uma paixoneta pelo misterioso Trovador. Logo o conde-filho persegue o Trovador para o matar e ficar com a sua amada. Quando o consegue capturar, a Leonora troca a liberdade do Trovador pela promessa de que se rende ao conde, mas a malandra assim que obtem o perdão do seu amado, toma veneno para tramar o conde. Este quando percebe que foi enganado mata na mesma o Trovador e a cigana revela nesse momento que afinal quem ele tinha acabo de matar era o seu próprio irmão. "Vingançaaaaa!!!"…"
Querido Giuseppe… É verdade que tens um talento fora de série enquanto compositor, mas para escreveres enredos, ficas um bocadinho ao nível daquilo a que no século XXI chamamos de telenovela mexicana…
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
Lady In the Water
Ontem fui ao cinema, coisa que já não fazia há muuuuuito tempo.
Sabendo que o Shyamalan é dado a filmes pouco óbvios e com desfechos surpreendentes, dei por mim pouco convencida com o estranho começo do filme " A Senhora da Água"…
...mas durou pouco essa sensação. De repente comecei a deixar-me embalar pela "bedtime story", com essa mistura entre o real e o imaginário, sendo transportada para onde só quem não sonha não consegue chegar. Senti-me invadida pela pureza da mensagem e pela fantasia de quem vagueia na simplicidade entre o bem e o mal e saí do cinema completamente arrebatada pela história, pela imaginação e pela simplicidade do filme.
Estou certa de que esta não é uma opinião consensual. Muitos não se sentirão embalar pelos sonhos deste autor/argumentista/realizador/actor e seguramente poucos terão a imaginação necessária para ver e sentir o mesmo que eu senti.
Mas isso não me interessa. Foi um excelente filme e maravilhosa a sensação atordoante que ele provocou em mim…
terça-feira, 31 de outubro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
...
Regressei ao trabalho e às complicações, com uma secreta esperança de que hoje fosse um dia tranquilo. Tive sorte… não houve muitos problemas e ainda fui brindada com uma prenda de que tanto precisava para atingir os objectivos mensais, mas de que já estava a perder esperança de conseguir.
Estou tranquila.
Será que esta paz aparente vai durar ou será (mais uma vez) apenas uma pausa do turbilhão de coisas e acontecimentos que tem pautado a minha vida?...