segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Como é possível...

...que eu ainda tenha a minha árvore de Natal montada?!?...

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Eu tive um cérebro...

...mas ele anda em parte incerta!...
Ontem, no parque de estacionamento a querer pagar para sair: coloco o cartão na máquina e ela devolve, coloco novamente, ela volta a devolver, tento mais uma vez e nada. Pergunto a uma menina que está no balcão e ela também não percebe o que se passa...
Subo um piso e vou até ao balcão central onde está a massa cinzenta que gere o parque de estacionamento. Aguardo a minha vez e finalmente percebo o que se passa...
"Mas, menina, este cartão não é do nosso parque de estacionamento!..."
...um buraquinho no chão para eu me esconder, não têm?...

sábado, 20 de janeiro de 2007

Sábado, esse dia maravilhoso...

...para se ficar na preguiça até à 1h
...para se inventar um almoço "portátil", rumar ao parque da cidade e almoçar ao som da passarada debaixo de um sol bem quentinho
...para beber um cafézinho numa esplanada de pedra com vista para um pequeno recinto, onde a pequenada se diverte com as delícias de um pequeno pónei
...para perceber que afinal a vida não é assim tão má e que o meu estado de espírito está a melhorar...

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Poooooooooooiiiiiissssssssss...

Sobre o meu "date" de ontem...
...Clara
...natural food
...pipocas
...babel
 
...como é que duas tolas conseguem escolher um filme tão angustiante, precisamente numa fase em que ambas tanto precisam de conversas light, parvas e soltas?!...

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

I've got a date!....

Ah, pois é! Aqui a piquena tem um date hoje...
A companhia é escolhida a dedo e o programa promete: começa com um jantar a dois e a seguir vamo-nos perder no escuro, pela noite dentro.
...só espero não adormecer!
;)
 
Prometo que amanhã conto t-u-d-i-n-h-o!...

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

...

Sinto-me a andar à deriva.
A perder-me em mim e a não querer retomar o controlo do que faço, penso, sinto e do rumo que a minha vida pode levar.
Sinto-me a resistir ao lado pragmático e a tecer uma espécie de teia em meu redor, em que me envolvo não só para me distanciar do resto do mundo, como também para me esconder dele...
...tal como uma criança que quer colo e que tem medo do que a vida lhe reserva.
 
 
...tenho de acordar, mas não me apetece...

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Tenho de me deixar disto!...

...mais uma noite até às tantas, às voltas no sofá, para ver se o sono espreita e mais um dia em que acordo com uma dor de cabeça de morrer.
:(
Isto está a começar a deixar-me desesperada e a afectar o meu discernimento...

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

Mais devaneios

"Acho que estou a ficar carente", sussuro enquanto vou saboreando, colher a colher e bem devagarinho, o gelado com cobertura de chocolate por que tinha suspirado desde que entrei no restaurante.
Sorrio enquanto penso no quanto tenho andado tão desesperadamente desejosa de devorar doces. Doces não. Chocolate.
Habitualmente os chocolates que recebo pelo Natal duram até à Páscoa e acabam por desaparecer graças à preciosa ajuda de quem vai passando lá por casa. Mas não este ano.
Apetece-me chocolate. Muito chocolate. Mais e mais...
Esboço um sorriso tímido ao pensar nisto, entre colheradas, para logo de seguida soltar um sorriso rasgado enquanto ouço a resposta "Naturalmente... com essas olheiras e esse cabelo tão comprido, como podes esperar que alguém consiga gostar de ti?..."

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Strange little resolutions

Os últimos dias não têm sido grande coisa. Sinto-me cinzenta e essa não é (definitivamente) a minha cor...
Não podendo atacar o "mal pela raiz", estou, desde ontem, a tentar apurar uma série de pequenas coisas que me andam a incomodar ou a causar problemas para as ir mudando e, quiçá, com isso consiga também ir mudando o meu estado de espírito...
Começo pelo sono.
Eu gosto de dormir e quando não o faço o meu humor acusa logo... a isso acresce outra coisa: gosto muito de me enroscar no sofá a ver televisão e deixar-me adormecer... e nos últimos tempos a coisa tem sido penalizadora: adormeço cedíssimo no sofá, acordo umas horas depois e arrasto-me para a cama onde acabo quase sempre a dar voltas e mais voltas para tentar voltar a adormecer. Ou seja: durmo mal, tenho insónias e quando finalmente adormeço é quase hora de tocar o despertador.
Pois... estou tramada.
Tenho várias opções: ou aposto em ir cedo para a cama, mas isso parece que corta parte do serão... ou aposto em não me permitir adormecer no sofá, mas isso está para além das minhas forças... bom, a coisa está dificil... Ah! Também posso programar um despertador para tocar à meia-noite e obrigar-me a ir para a cama... Bom, não sei por qual me decida...
Ah! Isso!... Acho que descobri: mudo o sofá para o quarto, ponho a cama à frente e depois é só rebolar de um lado para o outro!...
:))
Genial, não vos parece?...

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Work, work &work...

Ando triste, desmotivada e a ficar saturada do que faço e da perspectiva de continuar a fazer exactamente o mesmo durante muito tempo. A isto acresce o facto de estar a fazer uma coisa "diferente" do normal para quase toda a gente que trabalha na empresa, o que seria giro se não significasse que, por ser "diferente", tudo o que preciso que a estrutura faça, demora demasiado tempo a ser feito (quando não fica de lado e acaba esquecido...)
Acabei de ser confrontada com mais uma situação deste tipo. Curiosamente causada pelo responsável máximo pelo caso particular que represento e (em linha recta e/ou enviesada, que isto não é fácil de perceber) o meu grande-chefe.
Não tivesse eu a confiança que tenho no meu trabalho e na qualidade do que produzo e quase que poderia cair em tentação de achar...
...que ou é falta de interesse ou uma estratégia rebuscada para me incentivarem a ir para outras paragens.
 
Nota: este é um desabafo desesperado de quem está farta de remar contra a maré em mar revolto... racionalmente sei que não faz sentido pensar assim, mas emocionalmente isto deixa-me de rastos...

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Há dias assim

Há dias assim. Daqueles em que só apetece responder mal aos outros. Dias em que não há paciência para tudo aquilo que nos vai apenas incomodando durante o resto do tempo. Dias em que apetece abanar as pessoas com quem nos relacionamos, para que elas percebam de vez o que se passa connosco. Dias em que apetece desparecer do mapa e afundarmo-nos em nós mesmos...

Quote of the Day

"I always have to dream up there against the stars. If I don't dream I will make it, I won't even get close."

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Jibóias fechadas e jibóias abertas…

“Só vos contei isto tudo sobre o asteróide B612 e só vos confiei o seu número por causa das pessoas grandes. As pessoas grandes gostam de números. Quando vocês lhes falam de um amigo novo, as suas perguntas nunca vão ao essencial. Nunca vos pergunta: ”Como é a voz dele? De que brincadeiras é que ele gosta mais? Ele faz colecção de borboletas?” Mas: “Que idade é que ele tem? Quantos irmãos tem? Quanto é que ele pesa? Quanto ganha o pai dele?” Só assim é que pensam ficar a conhecê-lo. Se vocês disserem às pessoas grandes: “Hoje vi uma casa muito bonita de tijolos cor-de-rosa, com gerânios nas janelas e pombas no telhado…” as pessoas grandes não a conseguem imaginar. É preciso dizer-lhes: “Hoje vi uma casa que custou vinte mil contos.” Então já são capazes de exclamar: “Mas que linda casa!”
Assim, se lhe disserem: “A prova de que o Principezinho existiu é que ele era encantador, é que ele se ria e queria uma ovelha. Querer uma ovelha é a prova de que existe”, as pessoas grandes encolhem os ombros e chamam-vos crianças! Mas se lhes disserem: “O planeta de onde ele vinha era o asteróide B612”, as pessoas grandes ficam logo convencidas e não se põem a fazer mais perguntas. As pessoas grandes são assim. Não vale a pena zangarmo-nos com elas.”
In “O Principezinho”, Antoine de Saint-Exupéry

Comecei 2007 a ler o Principezinho. Com um sorriso do tamanho do mundo que crescia à medida que se desenrolava cada frase...
É bom descobrir que ainda não se é uma pessoa grande...

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

2006

Mais um ano que chega perto do fim e vai uma série de aventuras a juntar às muitas que já vivi.
Tal como acontece por esta altura na comunicação social, também eu resolvi parar para pensar um bocadinho sobre o que 2006 me ofereceu…
…profissionalmente começou com um momento bom e um mau: tive a minha primeira reunião mais à séria com a direcção da empresa (vulgarmente conhecido como o “castigo”) e correu-me bem, mas depois fui brindada com a reunião sobre os aumentos e foi um verdadeiro balde de água fria. Tal como em 90% das empresas, a expectativa criada na altura da contratação sobre este aspecto foi defraudada e eu não digeri a coisa nada bem… mesmo tendo ouvido palavras elogiosas. Enfim… dou por mim a pensar porque é que dei tanto de mim (e me prejudiquei tanto e em tantas coisas) em nome do trabalho, para depois ter um retorno tão pobre. Bom, mudou a postura e ficou a lição: enquanto isto for desafiante e o “ganhar dinheiro” não se tornar prioridade, por cá permanecerei, mas…
…Técnico Responsável. Enfim… a gota de água. Não queria, mas teve de ser, fui obrigada a trabalhar para isso e ganhei uma responsabilidade acrescida sem qualquer tipo de retorno (e não estou a falar de dinheiro…). Neste momento sou e detesto a ideia de o ser, a forma como me fizeram ser e o que vou ter de passar se algum dia tiver azar… Seguramente o pior do ano…
…Costa Rica. 2006 foi o ano da Costa Rica… 14 horas de viagem, um vulcão activo observado de um paraíso tropical, actividades um bocadinho mais radicais e a primeira vez que vi e mergulhei no Pacífico. Orquídeas a rodos e bichos de todos os tamanhos, géneros e cores. Estradas pavorosas e pessoas de uma simpatia a toda a prova que nos faz gostar ainda mais desse cantinho do mundo e me deixaram com vontade de lá voltar. Adorei, adorei, adoreeeeeiiiiii…
…Clara. Agosto em cheio e suficiente para uma vida inteira. Ouviste???...
…foram 60 velas que a minha querida Mimi teve de soprar este ano… Dificilmente esquecerei a grande festa-surpresa (e o olhar de espanto e emoção com que foi surpreendida por todos aqueles que aderiram sem hesitações à conspiração) e o quanto foi divertido organizar tudo em segredo, recorrendo a pequenos subterfúgios e a alguma malandrice… querida mãezinha, foi a melhor prenda que recebeste e a que mais gostei de te dar.
…poesia. Em 2006 descobri uma poesia que não procurava nem julgava encontrar. Poesia que me transmite paz, alimenta a alma e ofusca os espinhos que a vida vai teimando em mostrar. Como uma espécie de refúgio onde me sinto bem e onde o resto do mundo não entra, nem existe sequer.

Sinto que 2007 vai ser um ano muito importante para mim. Não sei exactamente o que me reserva, mas acho que o caminho que tenho percorrido me vai levar obrigatoriamente a algumas encruzilhadas. E sinto que estou preparada para as enfrentar.

Bom 2007 para todos!...

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

Ufa, Já está!...

Mais um ano que passa e mais uma vez encarei com um sorriso nos lábios a tarefa gigantesca que é montar a minha árvore de Natal lá em casa…
Para quem não sabe, eu tenho uma casa pequenina, mas cheia de personalidade e com a mania das grandezas: tem de caber lá o sofá enorme, a cama grande e a árvore de natal gigantesca, que todos os anos insiste em se fazer notar!...
Juro que nesta altura do ano penso que a casa parece elástica… estica de um lado, encolhe do outro, troca-se isto daqui para ali e lá se consegue encaixar tudo. Pois… huum… verdade: não se consegue tirar grande proveito da mesa de jantar, mas… que se lixe!...
Por estes dias passou mais um aniversário da minha casa. Já lá vão 4 anos na "casa-mais-linda-do-mundo" -  minha, toda minha (e grande parte do banco) e cheia de coisas que gosto e que são a minha cara. Sim, mesmo o candeeiro de Aladino que ninguém gosta (ok, Clara?!). A "melhor-esplanada-da-cidade-do-Porto" que tanto gosto me deu conquistar e onde me sinto no meu elemento, deixando o resto do mundo fechado lá fora.
Dei por mim a pensar nisso e no quanto a minha casa significa para mim. A recordar as casas onde vivi desde que me mudei para o Porto e a aventura que foi decidir-me de vez pelo meu cantinho (foi a 1ª que vi e só depois de umas tantas e quase um ano é que cheguei mesmo à conclusão que não valia a pena pensar mais no assunto…).
Recordei a surpresa que a minha mãe e a minha irmã me fizeram quando fui operada e as "engenhoquices" que insisti em fazer eu mesma: desde instalar o fogão e o forno (all by myself!) ao sensor remoto da caldeira, passando pela conversão em estantes de parte do armário da entrada. As cortinas tipo venezianas que fiz e instalei na cozinha, a própria cozinha que já alguns vizinhos vieram admirar e copiar e a estante (a GRANDE) estante da sala, mandada fazer por medida e que faz lembrar uma biblioteca do fim do século XIX…
…Quando regressei ao Porto, depois da minha aventura em Coimbra, andei durante uns tempos obcecada com estar em casa: estava tão farta, mas tão farta de ficar no hotel (e tinha sorte, que era um hotel bom e onde era muito bem tratada: todos me conheciam e já sabiam o que queria e do que gostava… mas era um hotel) que durante uns bons meses me recusei a sair de casa: não jantava fora, não saía, não queria sair nem fazer nada: apenas ficar em casa e suspirar pelo quando era bom lá estar. Parece estranho, mas parecia que estava a tentar compensar o tempo perdido…
Mais um ano que passou e mais um ano que consegui encaixar a minha grande (e linda)
árvore de natal. Já lá vão 4 anos desde o dia em que a casa passou a ser minha e que, sem mais nada sem ser umas almofadas emprestadas e uma piza, 4 jovens inconscientes resolveram montar pela primeira vez a árvore gigantesca na casa vazia…
…estranho, nessa altura não parecia tão grande…

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

...

Mais um dia complicado e mais uma série de problemas…
Parei agora para respirar fundo e recuperar fôlego e permitir-me por uns instantes deixar-me invadir pela melancolia que teima em se fazer notar.
Hoje sinto-me particularmente esgotada. As minhas olheiras estão pior do que nunca e a dor de cabeça que sinto desde segunda-feira continua a massacrar, tendo-se permitido hoje ao requinte de me afectar os olhos: tenho a pálpebra esquerda a tremelicar desde manhã.
Sei que não posso falar em férias (arrisco-me a levar uma tareia, eu sei…) mas estou realmente a precisar de tirar uns dias e descansar a sério.
Aproximam-se dias diferentes: a minha mãe vai ser submetida a uma pequena cirurgia no próximo sábado, mas sinto-me tranquila em relação a isso por ser uma intervenção simples e porque sei que vai estar entregue a boas mãos. Como a próxima semana vai ser curtinha (2 dias cá e dois dias na capital) tenho a certeza de que vai passar rapidinho e depois…
…depois, lá vou eu: uma semana i-n-t-e-i-r-i-n-h-a de férias!...

 …indo eu, indo eu, a caminho do Montesinho...

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

O Trovador

Ontem fui à Ópera, assistir à estreia d' "O Trovador".
Trata-se de uma ópera em 4 actos, cujo enredo, resumidamente, é:
"O conde-pai apanhou uma cigana (mãe) a olhar para o seu filho e mandou-a queimar por feitiçaria. A filha como vingança roubou o bebé para o queimar na fogueira, mas enganou-se (pois, claro!) e queimou o seu próprio filho. Anos mais tarde o conde-filho procura a cigana para vingar a morte do irmão.
Entretanto o conde-filho tem uma paixoneta pela Leonora que por sua vez tem uma paixoneta pelo misterioso Trovador. Logo o conde-filho persegue o Trovador para o matar e ficar com a sua amada. Quando o consegue capturar, a Leonora troca a liberdade do Trovador pela promessa de que se rende ao conde, mas a malandra assim que obtem o perdão do seu amado, toma veneno para tramar o conde. Este quando percebe que foi enganado mata na mesma o Trovador e a cigana revela nesse momento que afinal quem ele tinha acabo de matar era o seu próprio irmão. "Vingançaaaaa!!!"…" 


Querido Giuseppe… É verdade que tens um talento fora de série enquanto compositor, mas para escreveres enredos, ficas um bocadinho ao nível daquilo a que no século XXI chamamos de telenovela mexicana…

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Lady In the Water

Ontem fui ao cinema, coisa que já não fazia há muuuuuito tempo.
Sabendo que o Shyamalan é dado a filmes pouco óbvios e com desfechos surpreendentes, dei por mim pouco convencida com o estranho começo do filme " A Senhora da Água"…
...mas durou pouco essa sensação. De repente comecei a deixar-me embalar pela "bedtime story", com essa mistura entre o real e o imaginário, sendo transportada para onde só quem não sonha não consegue chegar. Senti-me invadida pela pureza da mensagem e pela fantasia de quem vagueia na simplicidade entre o bem e o mal e saí do cinema completamente arrebatada pela história, pela imaginação e pela simplicidade do filme.
Estou certa de que esta não é uma opinião consensual. Muitos não se sentirão embalar pelos sonhos deste autor/argumentista/realizador/actor e seguramente poucos terão a imaginação necessária para ver e sentir o mesmo que eu senti.
Mas isso não me interessa. Foi um excelente filme e maravilhosa a sensação atordoante que ele provocou em mim…

terça-feira, 31 de outubro de 2006

Hoje estou triste.
Não percebo... de forma objectiva e pragmática tenho tudo o que é importante para estar muito feliz, e no entanto... 

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

...

Estou um bocadinho melhor…
Regressei ao trabalho e às complicações, com uma secreta esperança de que hoje fosse um dia tranquilo. Tive sorte… não houve muitos problemas e ainda fui brindada com uma prenda de que tanto precisava para atingir os objectivos mensais, mas de que já estava a perder esperança de conseguir.
Estou tranquila.
Será que esta paz aparente vai durar ou será (mais uma vez) apenas uma pausa do turbilhão de coisas e acontecimentos que tem pautado a minha vida?...