terça-feira, 20 de junho de 2006

Live from Costa Rica

Adivinhem la: estou mesmo na Costa Rica.
(desculpem os erros, mas este teclado e estranhissimo)
Cheguei ontem e entre uma inacreditavelmente longa viagem de aviao e o jet-lag, foi uma experiencia para esquecer.
Mas isto e realmente bonito. Desde que ca estou (umas singelas 24 horas e qq coisita) ja andei na estrada trans-americana, ja vi um vulcao e estou num hotel deslumbrante no meio da floresta tropical: Hotel Tabacon
Tenho que vos dizer: tomar umas banhocas em aguas termais no meio de uma vegetacao luxiriante e com tantas fl;ores exoticas e do melhor...
Pena que estejam tantos norte-americanos nas redondezas... eles conseguem falar mais e fazer mais barulho que os Espanhois...

quinta-feira, 15 de junho de 2006

Costa Rica, here I go...

Ora então é mesmo verdade: esta moçoila inconsciente vai mesmo tirar umas férias em grande e vai até à Costa Rica.
Vão ser 2 semanas inteirinhas do outro lado do mundo, sem telefones, telemóveis, chefes e colaboradores, clientes chatos e - principalmente - sem roaming!... Sim, porque assim tenho a certeza que ninguém cai em tentação...
Ainda estou meio em transe com o lufa-lufa dos últimos dias (ainda gostava de perceber porque é que quando vamos de férias trabalhamos o triplo antes de ir e temos muito mais à nossa espera quando chegamos...) e com a perspectiva de que o meu regresso vai ser brindado com uma aventura em particular (vou abraçar uma responsabilidade nova que me assusta um bocadinho...).
Junho vai terminar a 48ºW e Julho é sempre aquele mês especial...
Até ao meu regresso

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Férias, esse assunto que me é tão querido…

Já tardava, devem estar a pensar aqueles raros, teimosos e fiéis seguidores deste blog desde o seu princípio… Tanto tempo sem falar em férias nem parece normal em mim.
Pois cá estou eu de novo a divagar com essa coisa tão maravilhosa que são a férias e a sonhar com destinos bem distantes. Desta vez estava apostada em ir até à Costa Rica…
Um destes dias escrevi o seguinte:
"A Costa Rica é o país do mundo com maior número de parques naturais protegidos. Tem Caraíbas de um lado e Pacífico do outro. Tem floresta tropical com características similares à Amazónia (e quase tantas espécies diferentes de bicharada) e um vulcão activo (segundo contam, à noite vê-se a lava incandescente). Em determinada época do ano (adivinhem lá qual) há, na costa das Caraíbas, a desova das tartarugas. Além disso é dos países com maior variedade e quantidade de orquídeas do mundo.
...e há uma elevada aposta no turismo desportivo/radical."
Apetece mesmo, não apetece?
O problema é que a Costa Rica fica do outro lado do mundo. São 14 horas dentro de um avião e muito dinheiro pelo meio.
Ontem estive na agência de viagens e desmotivei por completo. A teoria de querer aproveitar tudo ao máximo (já que vou até tão longe) tem reflexos estupidamente elevados no preço a pagar. Agora estou dividida: vou até lá e esqueço o amor à carteira (afinal se não é para usufruir das coisas boas da vida que se trabalha tanto…) ou desisto e vou para qualquer outro destino – e há tantos…
O problema é que já ando a pensar na Costa Rica há 2 anos…

quinta-feira, 18 de maio de 2006

Dia diferente

Hoje foi um dia diferente.
Profissionalmente representou algo que provocou um exercício de introspecção que já não fazia há algum tempo. Mais uma vez concluo que sou efectivamente diferente de tantos que julgava iguais, por mais semelhanças que aparentemente existam.
A empresa onde trabalho está em pleno momento de revolução de estratégias com consequentes reajustes nos recursos humanos. Por isso mesmo hoje foi promovido um encontro de quadros onde foram explicadas muitas coisas e se desenharam os cenários que se prevêem para o futuro.
Na verdade não fiquei a saber nada de novo. Não que não existam novidades, mas algumas delas já tinha concluído através de uma análise do estado actual das coisas, com alguma ajuda do que tenho ouvido aqui e ali… mas a serenidade que obtive por ver confirmadas as minhas conclusões (sinal de que ainda encontro alguma lógica no que me rodeia) não foi de todo um sentimento partilhado. E aqui é que encontro a diferença…
Mas hoje foi diferente por mais um motivo. Hoje soube que alguém de que gosto muito vai abraçar um novo projecto profissional.
Tenho de confessar que a minha reacção foi muito pior do que seria expectável. Foi como se um angustiante sentimento de perda se apoderasse do meu estado de espírito… Trata-se de alguém que tem progressivamente marcado presença no meu dia-a-dia e que tem contribuído (e de que maneira) para tornar mais agradável o meu trabalho, a empresa e o ambiente que a envolve. Alguém que me tem feito ver, quando tudo parece mais cinzento, os aspectos mais positivos da minha situação profissional e tem sido um apoio e companhia de que não me vai ser fácil abdicar.
Mas tudo isto é egoísta.
Por ser efectivamente alguém especial a quem reconheço qualidades suficientes para considerar um modelo a seguir, só lhe posso desejar toda a felicidade do mundo, que genuinamente acho que merece.
E estranhamento sinto-me invadida por um sentimento de nostalgia, por reconhecer os sintomas que me foram descritos pelo meu amigo JSP, em Dezembro de 2004, quando lhe disse que ia sair da empresa onde estava na altura.
…e não consigo deixar de me lembrar que ele acabou por sair de lá logo após…
Hoje foi realmente um dia especial. E não consigo deixar de pensar em tudo isto enquanto estou dentro de um carro a fazer a viagem de regresso ao Porto, envolta em conversas tontas com graçolas de circunstância e um céu estrelado deslumbrante, com Cassiopeia e Orion a espreitarem sob o meu ombro enquanto rascunho estas palavras…

segunda-feira, 20 de março de 2006

Pequeno esclarecimento

Cá estou eu mais uma vez (ena, tão assídua que eu estou!...) apenas para dar uma pequena "achega" no meu post anterior. É que, quando reli o que escrevi, dei por mim a pensar que quem estiver fora do contexto pode pensar que eu sou uma pessoa horrível…
Passo a explicar: tenho um colaborador que resolveu fazer birra. Imagem só a cena, o senhor acha que o seu carro já está um bocado velho para ele, então resolveu "encostá-lo" e agora anda a pé (e à chuva, que é para dar mais nas vistas).
O que é que se faz a uma pessoa assim??? Eu cá não estou para aturar birras. Se ele quer andar a pé, que ande… e já agora que chova mais um bocadinho.

sexta-feira, 17 de março de 2006

Putos vrs profissionais

Todos temos dias de trabalho em que só apetece sair porta fora, apresentar carta de demissão e nunca mais voltar a ver nada que diga respeito ao nosso trabalho. Mas depois lá aparece o sorriso na cara de alguém com quem gostamos de trabalhar, um telefonema com alguma voz simpática e, aos poucos, a nossa má vontade vai esmorecendo. A tentação de fazer boicote é grande e por vezes tentadora…
Mas acho que há limites. Pelo menos eu acho que nunca os passei e tenho-me esforçado por ter alguns "escapes" onde desabafar é seguro e terapêutico.
Agora sou confrontada com outra realidade: tenho um subordinado (que até tem uma posição importante de liderança de uma equipa e que se devia comportar à altura) que resolveu fazer birra!... Isso: birra. Como uma criancinha daquelas detestáveis que se põem aos berros no meio do centro comercial.
Será que eu devia fazer como as mãezinhas dessas criancinhas e dar-lhe uns açoites?... Até parece legítimo, se ele cede à tentação de fazer birra, eu também tenho direito a ceder à tentação de lhe dar um correctivo… Yep! Pelo menos dá-me para rir...

quinta-feira, 16 de março de 2006

Saudades e pensamentos à solta

Hoje dei por mim cheia de saudades de escrever e de partilhar com quem quer que seja alguns dos pensamentos que vão girando em turbilhão na minha cabeça. Não acredito que ainda vá tendo leitores num blog que está praticamente inactivo há tanto tempo, mas isso é um promenor de menor importância: escrevo porque gosto, escrevo porque me apetece e - principalmente - escrevo quando tenho tempo para isso...
Esta saudade começou a aparecer com as notícias que têm preenchido os nossos telejornais acerca do encerramento de uma série de maternidades por esse país fora. Na verdade esta também é uma maneira de exprimir as minhas opiniões de uma forma mais pública (de forma limitada dadas as audiências, pois... é certo... mas pública). Juntando a isto mais a necessidade de uns desabafos e pronto, cá estou eu.
Voltando às maternidades. Sou só eu ou mais alguém acha uma coisa completamente anormal a decisão de se recorrer a uma maternidade espanhola como solução para o nascimento de crianças portuguesas???... Bolas, eu sei que sou muito pouco flexível quanto a tudo o que se relacione com os nossos vizinhos espanhóis, pois subscrevo inteiramente a venha máxima de que "de Espanha, nem bom vento, nem bom casamento", mas isto vai muito além desta convicção pessoal.
Se eu vivesse em Elvas se calhar nem pensava assim. Quem vive tão perto da fronteira pode gerir os benefícios que pode tirar daí (os combustíveis são o melhor exemplo: os preços além fronteira são tão mais baixos que é assustador pensar nas margem que a nossa administração central tira desse negócio). Se calhar esta questão nem faz sentido nenhum para os visados por esta política por se tratar de uma realidade tão presente em tantas outras coisas, mas a mim faz-me confusão.
Tratam-se de portugueses nascidos em espanha que afinal serão portugueses, mas em conceito espanhóis?Nah... não é para mim. Além disso, lembrando alguns dizeres antigos, bem basta o caso de Olivença, que já não é nossa...
Ou então sou eu que sou uma previligiada que vive num grande centro urbano com acesso a todos estes serviços a dois passos de casa e que, por isso mesmo, não tem de se preocupar à séria com estas coisas e dá por si a divagar com preconceitos menores face a reais necessidades de quem está a muitos km's de distância dos locais onde se prestam estes serviços primários...

sábado, 5 de novembro de 2005

Olá

Um dos problemas de quem está muito tempo sem escrever nenhum post, é a dificuldade de encontrar as melhores palavras para fazer uma nota introdutória adequada e desencantar um assunto que seja excepcionalmente interessante, para tentar fazer uma reentré em grande.
Pois eu cá não consegui desencantar nada disso e dou por mim a procurar inspiração que compense... mas nada.
Assim voltamos aos devaneios, com mais ou menos interesse, ao sabor dos meus pensamentos e sem qualquer preparação prévia, tal como nos bons velhos tempos deste blog... ;)
Um dos assuntos que me tem ocupado os pensamentos, nos poucos momentos que tenho tido para eles, tem a ver com relações/namoros/casamentos na perspectiva de entendimento (ou falta dele) entre as duas pessoas que o compõem perante o resto do mundo. Mais especificamente no trato e no "mel", aquele que pode vir a ser muito enjoativo...
Tenho sido testemunha de algumas situações caricatas. Desde o X que é casado com a Y (gira, loura e sociável, que tem todo o ar de ter sido muito concorrida antes de ser mãe) e que faz questão de a tratar como "queridinha", "linda", "amorzinho", por entre festinhas, abraços e beijos em frente ao mundo todo (onde ela exibe orgulhosamente as joias que certamente X lhe ofereceu em demostração do seu amor). O que tem isto de especial? Nada. Há muitos assim. Só que antes de eu ter conhecido o X, tinha ouvido uma história de uma saída nocturna em que o X tinha participado e onde tinha revelado uma faceta muito pouco dedicada ao conceito de fidelidade... deve ter sido gira a minha cara: "Mané, apresento-te o X. Já te tinha falado dele. Sim, lembras-te daquela saída a propósito de xxx? Este é o tal X..."
Não sendo eu uma pessoa dada a comentários melosos (se alguém me chamasse querida ou amorzinho em público julgo que me passava completamente dos carretos), gosto, tal como todos, de carinhos e mimos q.b.. é bom, sabe bem e recomendo a todos.
Em conversa sobre este tema, apercebi-me que há quem não dissocie estas manifestações públicas de "suposto-carinho", falsas e cínicas, de atitudes compensatórias das facadinhas que se vão dando e que, por isso mesmo, são incapazes de as ter.
Inicialmente discordei veementemente. Depois fui pensando no assunto...
Num mundo tão pouco dado à monogamia, será que é mesmo assim?...

quarta-feira, 20 de julho de 2005

Em tempo de "intas"...

...vamos dedicar um bocadinho de tempo a escrever (sim, tem de ficar escrito) as resoluções da minha nova década de vida.
Vejamos... fazer desporto. Tenho de me consciencializar que fazer desporto é bom e me faz bem. A preguiça é sempre muita e a falta de resistência fazem-me sempre desistir. Fazem, não. Faziam... ;-)
...dedicar mais tempo ao blog. Boa! Esta parece-me particularmente agradável. E fácil de concretizar...
...e dedicar-me mais profundamente à seguinte reflexão: as palavras que dizemos nunca poderão ser apagadas. Do mesmo modo que todos os instantes que vivemos não poderão ser revividos...

Banal, eu sei. Mas tão profundo e próximo da minha realidade que de repente se revelou de uma importância avassaladora.
Como dizia um spot de uma rádio, vale a pena pensar nisto...

segunda-feira, 18 de julho de 2005

Acho que descobri a ilha Jurássica...

Há, pois é!...
Depois de uma soneca forçada, numa qualquer sala de cinema em que fui tentar ver o filme "Parque Jurássico", sim, forçada, de tal forma foi o meu desagrado com as cenas que se desenrolavam na tela, eis que me vejo em plena ilha jurrásica...

...bom, na realidade é esse o pensamento que me ocorre de cada vez que - em qualquer ponto da ilha - olho para o chão: são aos milhares as lagartichas, os lagartos e afins. De todos os tipos, cores e tamanhos.
A publicidade apregoa que a Madeira é a ilha das flores. Eu cá por mim vou registar mais a ideia das lagartichas...

Já agora, lagarticha é lagarticha ou lagartixa?


(Nota de rodapé: estou a abandonar os "intes" e a caminho dos "intas". Será que vai ser agora que eu vou ganhar juízo?...)

sexta-feira, 15 de julho de 2005

Hoje, sim: com tempo para... tudo o que me apetecer!

Eu sei que temho andado demasiado desaparecida. Acreditem que não é por gosto, mas por falta de tempo. Esta nova aventyra profissional deixa-me esgotada e sem tempo para nada...
Mas hoje tenho tempo!
Entrei hoje de férias e estou num sítio girissímo, longe de tudo e todos e com o telemóvel desligado.
Cheira a flores, ouvem-se passarinhos e estou rodeada de coisas bonitas. Vim até à Madeira e resolvi oferecer-me um tratamento do melhor. Ora espreitem lá...

...prometo crónicas enquando andar por cá...

quinta-feira, 9 de junho de 2005

Hoje é quinta, amanhã fim-de-semana e segunda o país vai andar a meio gás…

Mas que pensamento tão agradável… com a brasa dos últimos dias e tanta
chatice para resolver, acho que o meu cérebro derreteu de forma quase
irreversível.
Coimbra é realmente uma cidade de extremos no que toca à temperatura.
É certo que está calor em todo o lado e imagino que este ambiente seja
comum a muitas terras localizadas mais no interior do nosso país, mas
eu é que não estou habituada… Porto e Leiria são próximas do mar e a
aragem mais fresca que daí resulta é sempre muito convidativa nos dias
em que o calor aperta.
…mas aproximam-se dias com sabor a férias. Siiiim, estou a falar
novamente de férias (têm de admitir que nos últimos tempos tenho
andado muito caladinha com isto… aliás, muito caladinha e ponto…). 3
dias seguidos, longe do escritório, seguidos de um dia a meio gás,
parece uma eternidade de tempo.
Desisto… está demasiado calor para raciocinar…

quinta-feira, 2 de junho de 2005

Aaaaaah... afinal isto funciona!

É verdade... tenho andado desaparecida outra vez, mas o blogger também
teve alguma responsabilidade nisto.
Passo a explicar: a minha última mensagem foi enviada por mail e
veio-me devolvida com uma mensagem de erro. Lá pensei eu que isto
tinha pifado de novo e desanimei.
Na verdade os meus acessos à net estão cada vez mais esporádicos, mas
o mail é utilizado diáriamente (o que me permite ir mandando "postas"
sem ter a trabalheira toda de validar autorizações para aceder ao
blog...) e por isso mesmo só hoje constatei que afinal o post sobre o
início da queima afinal foi publicado...
...pfff... eu sei... ando a trabalhar demais. E a deixar-me absorver
em demasia pelos problemas profissionais que me vão aparecendo... mas
eu sou mesmo assim, sofro como uma tonta com isto e passo-me dos
carretos quando vejo que os problemas (ou bombas, como carinhosamente
lhes chamo) são causados por falta de profissionalismo ou por pura
incompetência.
Ok, isto acontece em todo o lado, certo? Pois... mas agora eu tenho
poder de decisão e vejo-me a braços com a responsabilidade de ter de
decidir coisas menos boas...
Bom, mas isto também não é só coisas más. Já tenho recebido alguns
elogios rasgados pelo meu empenho (também a matar-me a trabalhar, acho
bem que elogiem!!!!! Grrrrr....) e estou a redescobrir Coimbra de um
prisma meio turístico de quem olha com a ideia de é só de passagem...
Setembro é a data limite para regressar à Invicta e os dias estão a
ser contadinhos, tal como uma criança os conta nos dias que antecedem
o Natal...

sexta-feira, 6 de maio de 2005

...

Sexta-feira, dia 6 de Maio...

...O país está verde, Coimbra de preto e eu exausta...

segunda-feira, 2 de maio de 2005

Mais uma tentativa

Bom... não consegui da primeira vez, mas não há nada como voltar a tentar.
Não me vou pôr com grandes devaneios, porque da última vez escrevi um
testamento e depois, pffff... não saiu nada.
Beijocas

quarta-feira, 13 de abril de 2005

sábado, 26 de fevereiro de 2005

Mais uma semana, mais um dia, mais uns suspiros

Esta semana foi-me particularmente dificil. Tenho andado com uns ataques de tosse fulminantes que me deixam de rastos.
Se em várias ocasiões disse, convicta, que nada no mundo era mais desagradável do que adoecer e estar sózinha, neste momento redefini este meu conceito: nada no mundo é mais desagradável do que estar doente, sózinha e num hotel.
Fora isto, a minha aventura soma e segue. Nova semana em Lisboa, novas caras e novas perspectivas de abordar as tarefas/funções que me estão destinadas.
Mas existe uma variável nova. Talvez o meu rumo profissional não venha a ser o inicialmente esperado, mas tão ou mais interessante.
Apesar de estar sem energias, estou entusiasmada (parece contracenso, mas não é...)
Beijos a todos

Nota: Não posso deixar de fazer referência a um comentário que a Clara deixou no post anterior. São exemplos de coragem e convicções que marcam pela diferença e que nos deixam a pensar no quanto tudo é relativo e no acomodamento que pauta a vida de muitos.
Aqui fica uma pequena homenagem mais do que merecida...

domingo, 20 de fevereiro de 2005

Hoje já foram votar?

Num destes dias, durante um almoço com pessoas mais velhas do que eu (da minha nova empresa), discutía-se política, políticas e políticos. Falava-se de tudo, das peripécias da campanha, dos protagonistas e de tudo o mais que fosse passando pela cabeça dos que estavam sentados à mesa. Eu, anormalmente calada (estava cá com uma larica, depois de uma maratona de 4 horas sem comer nada) ía ouvindo e registando algumas coisas que se íam dizendo.
Mais para o fim da refeição (e com a minha barriguinha mais apaziguada) a conversa vai mudando o rumo e acaba por se centrar na incredulidade de quem viveu o período anterior ao 25 de Abril com maior intensidade, face aos valores da abstenção dos dias que correm.
A malta mais nova responde (sem grande convicção, devo dizer) que "com os políticos que temos, nem vale a pena darmo-nos a esse trabalho..." ao que eu respondi que "votar é mais do que um direito, é um dever. E os deveres são para serem cumpridos..."
Durante uns longos 30 segundos, fez-se silêncio à mesa. E eu nem sei porquê...
Mas isto é uma forte convicção que mantenho. Votar é mesmo um dever. Se não votar, deixo de ter legitimidade para fazer comentários e/ou tomar posições sobre o que se vai passando na nossa sociedade. Como posso eu exigir dos outros, se eu própria não me tiver dado ao trabalho de cumprir com a minha parte?
Eu, hoje, já votei.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2005

Notícias de além Blogger

Pois é... Desaparecida e sem acesso a um computadorzito que seja, quanto mais à net... está mal!
Uma pessoa já anda com a casa às costas e a saltar de hotel em hotel. Obrigada a permanecer em Lisboa por tempos aparentemente intermináveis. Ainda por cima, deixarem uma pessoa sem qualquer acesso ao mundo dos blogs, parece-me demasiado brutal para uma pobre moçoila inconsciente como eu.
Mas está a correr muito bem. Esta nova aventura está a ser engraçada, com boas perspectivas e cheia de peripécias. É agradavelmente surpreendente encontrar gente inteligente e perspicaz e, ao mesmo tempo, tanta gente nova. Só para terem uma ideia, pelas minhas contas, a média de idades deve andar pelos trinta e tal... o que para mim é ouro sobre azul.
Bom, tenho de ir. Mais uma vez estou num pc "cravado" e o seu dono precias dele.
Obrigada por continuarem a vir espreitar (com tão pouco movimento por aqui, até me admira que ainda apareçam)...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

De novo... e a correr!...

Mais um pc por empréstimo e mais um post a correr!
Hoje estou pela Capital e graças aos meus priminhos, que além de me oferecerem jantar ainda me disponibilizaram o pc, cá vim dar uma espreitadela e deixar um sinal de que não desapareci de vez.
Estou a entrar aos poucos na minha nova realidade (ou naquilo que o virá a ser) e entre tantos nomes e caras novas, tarefas, procedimentos e filosofias de trabalho, nem sei bem para onde me virar.
...afinal, ao classificar esta mudança como nova aventura, não me estava a enganar...
Isto vai ser mesmo uma aventura!...