
Fomos almoçar à nossa futura terra e passeámos à beira mar, a aproveitar o calorzinho que se fazia sentir.
Ah, sim, é verdade: vamos mudar de casa...
Depois de almoço passei numa loja e vi um pato parecido. Não resisti e
comprei. Ele ainda não o viu e eu estou super curiosa para ver se acha
tanta graça a este quanto achou ao outro...
(As minhas olheiras hoje são notáveis...)
(Tudo larguíssimo, claro!)
Muuuuuuuuuito bom!
Três juízes, por "convicção", decidem que Sakineh Ashtiani será executada por lapidação.
"Tudo o que peço é uma carta. Quero uma carta para a minha querida mãe. Por favor, escrevam a carta de perdão porque ela é inocente, 100% inocente." Este é o mais recente apelo lançado por Sajjad Ghadarzade, de 22 anos, aos responsáveis iranianos em defesa de Sakineh Mohammadi Ashtiani, a mulher que a "convicção" de três juizes condenou à morte por lapidação. Uma decisão que voltou a colocar o Irão no banco dos réus da comunidade internacional.
A lapidação, ou seja a morte por apedrejamento, foi classificada por John Kerry como "uma punição bárbara". Para este democrata, presidente da Comissão de Relações Externas do Senado dos EUA, o Governo do Irão "deve abolir tal método como uma forma de punição legítima". Howard Berman, presidente da Comissão de Relações Externas da Câmara dos Representantes dos EUA, considerou a decisão "desumana".
Em Londres, várias vozes - inclusive de artistas como Colin Firth e Emma Thompson - insurgiram-se contra a "sentença dos três juizes". "A lapidação é uma punição medieval que não tem lugar no mundo moderno", disse Alistair Burt, responsável no Ministério dos Negócios Estrangeiros.
"Profundamente preocupada" com as notícias de execuções iminentes no Irão, entre elas a de Sakineh, foi como se afirmou a chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton.
Outros países fizeram também ouvir a sua voz junto das autoridades iranianas. O embaixador do Irão em Oslo foi, a propósito, convocado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros norueguês para explicar a situação. Isto enquanto organizações de defesa dos direitos humanos, como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch, desenvolvem intensos esforços junto das autoridades iranianas para que poupem a vida a Sakineh. O seu filho mais vellho corre o risco de ser preso por ter enviado uma carta às organizações de defesa dos direitos humanos a rejeitar as acusações de adultério e a denunciar o mutismo das autoridades iranianas face aos seus pedidos de clemência. A angústia e o desespero de Sajad e da sua irmã Farideh, de 17 anos, derivam da eventual perda da mãe e da forma brutal como a 'justiça' decidiu que seria executada.
Integrada oficialmente no código penal iraniano com a Revolução Islâmica de 1979, a lapidação é sempre feita em público e na presença da família da vítima que, no caso da mulher, é enterrada até ao peito e apedrejada até à morte por 20 homens. As pedras utilizadas não podem ser muito grandes, para que não a matem de imediato, nem muito pequenas.
Sajad esgotou todos os meios, bateu a todas as portas para salvar a mãe, até que alguém lhe disse: "Agora só [o guia supremo] aytollah Khamenei ou o chefe do sistema judicial iraniano, Sadegh Larijani poderão evitar a execução". O jovem escreveu aos dois responsáveis. E ao mundo: "A minha mãe e eu estamos a pedir a todas as pessoas do mundo que nos ajudem e estamos muito gratos pelo que foi feito até agora."
In http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1614048&seccao=M%E9dio%20Oriente
Não sei bem como, nem exactamente quando, mas sinto que dei um passo
em frente. Também não sei se isto é apenas uma sensação passageira,
mas na verdade também não estou muito preocupada com isso.
Sinto-me bem e isso é tudo o que realmente interessa. Bem comigo mesma
e de bem com a vida.
E com uma série de nós desfeitos!
Bem. Muito bem. E decidida a explorar ao máximo este sentimento de bem
estar, enquanto ele durar...
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Apesar de ter feito sentido de manhã, enquanto me arrastava com um
olho meio aberto e outro fechado, todas as pessoas que hoje olham para
mim, acham que estou com ar depressivo...
...e hoje até está a ser um dia bonzinho...
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O comandante da PSP de Benfica "parou" hoje um comboio da CP para recuperar um telemóvel roubado a uma mulher e deter os três autores do assalto, numa história com contornos rocambolescos, contou à agência Lusa fonte policial.
Eram cerca das 10h45 de hoje, quando uma mulher de cerca de 30 anos que viajava no comboio da Fertagus proveniente do Fogueteiro, a falar ao telemóvel, viu-lhe ser roubado de rompante o aparelho, por três jovens, com idades entre os 18 e os 20 anos.
Os ladrões aproveitaram a altura em que a composição estava prestes a parar na estação de Campolide para roubarem o telemóvel e saírem a correr.
De imediato, a mulher dirigiu-se a um segurança para lhe comunicar o sucedido e, através das câmaras de vigilância, foi possível descobrir os três jovens, que fingiram sair da estação e entraram num comboio da linha de Sintra.
O alerta para a polícia foi dado de imediato. O comandante da Esquadra de Benfica, subcomissário José Ramos Monteiro, que estava atento às comunicações rádio decidiu dirigir-se de imediato para a estação de Benfica para interceptar o comboio.
Chegou praticamente ao mesmo tempo que a composição e dirigiu-se de imediato ao maquinista, conseguindo impedir que este abrisse as portas enquanto elementos da PSP faziam um vistoria.
Com a descrição conseguida através das imagens foi fácil localizar os ladrões que, apanhados de surpresa, ainda tinham com eles o telemóvel.
O aparelho foi devolvido à dona e os três jovens detidos. São ouvidos sábado em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coacção."
In http://aeiou.expresso.pt/policia-para-comboio-para-prender-ladroes=f529891
...Isto um dia muda. E vamos ser todos mais eficientes, mais civilizados e vamos conseguir crescer enquanto sociedade...
...espero!
